Troféus: objetos de desejo de todo competidor

Conheça os cuidados e toda a organização necessária para que eles cheguem às mãos dos vencedores

A entrega de troféus nos eventos oficiais da ABQM pode parecer um sistema simples e automático. Mas, o que poucos sabem é o quanto se faz necessário em empenho e planejamento para que as premiações aconteçam a contento. Várias equipes se movimentam minuto a minuto do dia numa sintonia fina a fim de que, quando termine a categoria, os campeões possam receber seus troféus tão almejados.

O QG do Esporte, curiosamente apelidado de “Cafofo”, é o ponto receptor e de permanência das peças, ou seja, das tão aguardadas fivelas e dos símbolos de sucesso, os troféus. O processo, na verdade, começa bem antes do evento, com a escolha dos modelos, diferentes a cada edição, e os cuidados aos detalhes, onde tudo é previamente pensado especialmente para cada uma das modalidades e suas categorias.

E os números são de impressionar. “Só para termos uma ideia, no primeiro dia do Congresso foram entregues 390 troféus, nas três pistas; no segundo 344; e no terceiro 330”, ilustra Celso dos Santos, coordenador do departamento de Esportes da ABQM.

E com 1.500 troféus e 380 fivelas que serão entregues neste Congresso Brasileiro, é claro que a informática não poderia ficar de fora em nenhuma das etapas. Para agilizar, são utilizadas planilhas com todo tipo de informação - datas, pistas, modalidades, categorias - para que tudo fique bem claro e organizado. Tudo isso tem de ser checado e conferido a cada passo da etapa para que não ocorram enganos.

A logística é bem interessante, pois toda noite os troféus que serão entregues nas provas do dia seguinte já são levados do Cafofo para a cabine de locução e de juízes. Ficam devidamente separados por ordem de categorias. A responsabilidade sobre eles, então, passa a ser dos coordenadores das arenas e seus auxiliares que conferem tudo novamente e, efetivamente, os levam para dentro da pista e os entregam aos vencedores. Essa equipe trabalha com uma dinâmica própria, se comunicando por rádio, avisando, por exemplo, que a categoria já está terminando e que logo haverá premiação.


Nelson, Chocolate e Celso exibindo os vários tipos de premiações

Como nenhum show sobrevive sem os bastidores, vale muito a pena frisar o fundamental trabalho de Nelson dos Santos, José Roberto Ribeiro, o Chocolate, e de Edilson Leão Moreno. As funções deles podem não brilhar diante dos holofotes das pistas, porém são essenciais no desenrolar do evento. Nelson tem mais de 30 anos de ABQM e sempre atuou no suporte de tudo que acontece no parque de exposições, onde são realizadas as provas oficiais da associação. É ele que controla as planilhas com os dados completos para as separações dos troféus e fivelas, que auxilia no transporte desses materiais e faz ‘a ponte’ entre o local de armazenamento e as arenas. Chocolate, por sua vez, tem a missão de manter as pistas abastecidas. E ele explica: “Entrego as refeições, água e café para os juízes e todo o pessoal que trabalha por lá, como as equipes de manejo e locutores enquanto o Edilson distribui água e café nos departamentos da ABQM. Tenho também a tarefa de controlar e distribuir os rádios a todo o pessoal do evento, desde funcionários da associação até bombeiros e os seguranças do recinto”. Chocolate trabalha há sete anos no Quarto de Milha e participa anualmente dos três eventos oficiais da raça.

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